O princípio
Site selection é o inverso do que o corretor faz. Em vez de partir do terreno à venda, parte-se do espaço, a praça, o corredor, a macrozona, e desce-se até o lote que satisfaz os critérios técnicos. A Gridmapify roda esse funil sobre e 81 fontes oficiais. Cada vertical tem a sua régua, mas todas compartilham a mesma base.
Os 4 passos universais
1. Recorte da praça. Defina a UF, o corredor ou a praça-alvo a partir do uso pretendido. Um data center quer a Serra (free cooling); um galpão quer o eixo portuário; um atacarejo quer a cidade-polo com CNAE liberado.
2. Gates eliminatórios. Antes de pontuar, elimine o inviável: subsolo com lavra ativa da ANM, área de preservação, zona que proíbe o uso. É o que corta 80% dos falsos positivos antes da escritura.
3. Pontuação multidimensional. Sobre o que resta, aplique a régua da vertical, distância real à subestação, coeficiente da zona, catchment, acesso. Cada dimensão ponderada, cada número com fonte.
4. Veredito por lote. O candidato vira ficha: matrícula ONR (mascarada), polígono real, risco fundiário e score, pronto para o comitê decidir.
A régua de cada vertical
Por que o Sul do Brasil
O Sul concentra uma combinação rara: free cooling natural para data center, o maior complexo portuário de contêineres do Sul (Itajaí–Navegantes), o m² mais caro do país (Balneário Camboriú), 3M+ ha de terras raras em pesquisa e terra a uma fração do preço paulista. [ESTIMATIVA] É a fronteira de capital que o mercado ainda não precificou inteira.
Ferramentas para começar
Use o comparador multi-uso para ver qual tese vence numa cidade, o comparador cidade-a-cidade para decidir entre duas praças, e o Índice Vivo do Sul para os rankings publicados. Cada número tem fonte; o método está no changelog.